Ginecologia Endócrina

Tudo Sobre a Menopausa (vídeo)

Descubra tudo sobre a MENOPAUSA:

• Esse calorão é normal? O ressecamento vaginal é assim mesmo?

• A terapia hormonal é obrigatória? Pode mesmo aliviar os sintomas incômodos da Menopausa?

• O RISCO de câncer de mama em mulheres que fazem uso da Terapia Hormonal na Menopausa é grande? Será que há PROTEÇÃO contra algum tipo de câncer?

Veja no vídeo abaixo:

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"Chip da beleza" - Euforia está passando?

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ATENÇÃO com a febre dos implantes hormonais manipulados conhecidos como "chip da beleza". São amplamente divulgados em matérias da mídia geralmente em tom elogioso, mas carecem de um respaldo científico claro.

O Globo apresenta um contraponto sobre os possíveis efeitos adversos e o desconhecimento dos efeitos à longo prazo:

"E se um bastonete de dois centímetros fosse capaz de aumentar a disposição e a libido e ainda servisse como um contraceptivo para mulheres em idade fértil ou um repositor hormonal para a turma da menopausa?
...
Mas, como diz o ditado, “quando a esmola é demais o santo desconfia”. As sociedades médicas têm se preocupado com o uso indiscriminado desse tipo de medicação com finalidade estética. Segundo elas, os chips podem trazer efeitos colaterais muito maiores do que os benefícios.
...
— Não existem estudos sérios a longo prazo sobre esses implantes, por isso as sociedades médicas aqui no Brasil não respaldam — diz a ginecologista Carolina Mocarzel. — Tanto que, lá fora, não há esse modismo como aqui."

Leia a matéria completa: "Chip da beleza: efeitos colaterais podem ser maiores do que os benefícios" [O Globo]

 

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Agenda Aberta GINECOLOGIA: SEXTA e SÁBADO em Botafogo

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  • Ginecologia geral
  • Ginecologia endócrina
  • Contracepção
  • Distúrbios da menstruação
  • Cólicas menstruais dolorosas
  • Menopausa, Climatério
  • Exames preventivos
  • Infecções sexualmente transmissíveis e outros.

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TPM: Tensão Pré-Menstrual

#TPM: a Tensão Pré-Menstrual pode ser muito incômoda para algumas mulheres ou ausente para muitas outras. Mas quando atrapalha a qualidade de vida é hora de tratar.

Os tratamentos vão desde os sintomáticos (medicamentasos ou não) controlando as queixas do período até um tratamento hormonal para redução da TPM ou a suspensão do ciclo menstrual.

Veja abaixo reportagem do Jornal da Band com uma dica em relação ao consumo de álcool neste período:

"Pesquisadores da Espanha descobriram que o consumo de álcool piora os sintomas da tensão pré-menstrual.

A ingestão dessas bebidas pode intensificar as dores, as mudanças de humor e os incômodos nas mulheres em pelo menos 45%."

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Insuficiência Ovariana Prematura (“Menopausa Precoce”)

O que é?

A insuficiência ovariana prematura (IOP)*, popularmente chamada de “menopausa precoce”, é a perda da função dos ovários antes dos 40 anos de idade. Está geralmente associada alterações dos ciclos menstruais que podem variar da ausência total de menstruações (amenorreia) à fluxos menstruais muito espaçados e de pequena ou mínima intensidade (oligomenorreia). Além disto identifica-se também a queda da presença do hormônio feminino estrogênio.

Ocorre em cerca de 1% das mulheres; sendo que quanto mais jovem a mulher, mais rara: 0,1% abaixo dos 30 anos e 0,01% abaixo dos 20 anos. A história familiar de IOP está presente em cerca de 4% das pacientes.

Sua origem pode estar associada à anormalidade cromossômica, exposição tóxica, doença autoimune (lúpus, diabetes mellitus, doenças da tireoide), cirurgias (retiradas de ovários) tratamentos com quimio ou radioterapia ou ainda ser sem causa aparente.

*Obs.: até recentemente a IOP era conhecida como FALÊNCIA ovariana prematura (FOP). Atualmente considera-se o termo INSUFICIÊNCIA ovariana prematura (IOP) mais apropriado.

Diagnóstico

Mulheres com idade inferior à 40 anos que apresentem, há pelo menos quatro meses, quadro de ausência de menstruações (amenorreia) ou fluxos menstruais muito espaçados e de pequena ou mínima intensidade (oligomenorreia) associados à sinais ou queixas de deficiência de estrogênio (fogachos, ressecamento vaginal e outros) deverão ser investigadas com dosagem hormonais, dentre elas as gonodotrofinas.

Para investigação da causa da IOP outros testes poderão ser solicitados posteriormente.

É possível engravidar?

Sendo a insuficiência ovariana prematura (IOP) uma perda precoce da função ovariana, a chance de gestação espontânea está também bastante reduzida, porém, não se pode afirmar que a chance é nula. Sabemos que há casos de retorno temporário da função ovariana permitindo até uma gestação espontânea, mas estas não são frequentes.

Se há grande desejo de engravidar, deve-se procurar uma avaliação especializada para a correta orientação.

Quais as consequências para meu futuro?

A mulher com um quadro estabelecido de insuficiência ovariana prematuro está exposta, mais cedo que o habitual, às consequências da deficiência de estrogênio no corpo típicas da menopausa, dentre elas: fogachos (calorões), secura vaginal, queixas sexuais (redução da libido), perda mineral óssea (risco de osteoporose); além do risco aumentado de doenças cardiovasculares e outras.

Entretanto, é importante lembrar que quando diagnosticada em tempo oportuno, o tratamento adequado é suficiente para que muitas dessas alterações sejam evitadas, adiadas ou minimizadas.

Acompanhamento e Tratamento

Após o diagnóstico, deverá ser feito um acompanhamento atento e frequente à fim de minimizar e evitar as consequências possíveis da deficiência precoce de estrógenos produzidos pelos ovários.

O tratamento geralmente é feito através da terapia de reposição hormonal com estrógenos e progestágenos.

Além disso, objetivando manter a saúde geral, reduzindo risco de doenças cardiovasculares e a manutenção da qualidade mineral óssea recomenda-se hábitos de vida saudáveis associados à exercícios físicos, interrupção do tabagismo e controle de peso corporal.

Referências:

ESHRE Guideline: management of women with premature ovarian insufficiency, Human Reproduction, 2016.

Berek & Novak Tratado de Ginecologia, 15ª edição, Editora Guanabara Koogan, 2014.

FEBRASGO – Manual de Orientação em Climatério, Federação Brasileira das Associações de Ginecologia, 2010.

 

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